Como seu estado vizinho de Hanover, a Westfalia tem um cavalo de salto sobre seu brasão de armas e ambos possuem uma longa tradição na criação de cavalos.
Em 1826, foi fundado o criatório de Warendorf e em 1904 em Muenster, assim o registro da raça Westphalen foi criado. No início o cavalo era criado baseado no sangue de garanhões Oldemburgos e Anglo-Normandos. A partir de 1920, o Westphalen iniciou o uso do sangue Hanoveriano na criação.
Durante o período romano, os cavalos já eram criados na Westfalia. No decorrer dos séculos, cavalos selvagens da região sobreviveram nas regiões pantanosas impróprias para a agricultura. Cinco dessas manadas de cavalos existiram até o século 19. Uma dessas regiões é o "Merfelder Brunch" perto de Duelman, conhecido fora das fronteiras da Westfalia como (o último rebanho semi-selvagem na Alemanha). A captura de jovens garanhões e os leilões dos mesmos é ainda uma atração pública.
A partir de 1826, com surgimento do estatuto de criação que, definitivamente, se iniciou o programa de criação da raça, a qual era formada, por volta de 1900, por cavalos Oldemburgos e Anglo-Normandos, isso durou até a Primeira Guerra Mundial, pois os cavalos não eram adaptados ao solo da Westfalia. A raça de cavalo de tração a qual foi estabelecida ao mesmo tempo, ganhou reconhecimento mundial, até a Segunda Guerra Mundial. Após a Primeira Guerra, a criação dos cavalos foi reiniciada, baseados agora no sangue dos cavalo Hanoverianos com alguns Puro Sangue Ingleses e Trakehners, os quais foram bem sucedidos no processo.
O objetivo da criação era ter algumas características como: um cavalo grande para montaria com um temperamento calmo e que pudesse ser usado para equitação de lazer. Ultimamente, existem muitos excelentes cavalos de salto, fator importante na comercialização e promoção da raça.
